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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

É diferente!

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Há dias em que tenho a noção que o tempo
não tem a mesma velocidade.
Em que a pressa de chegar,
não é igual à vontade de ir.

E eu percebo que os minutos
se dissipam por entre os momentos de ansiedade e de espera.
Custa compreender.
Custa aceitar.
Que afinal cada minuto tem uma intensidade diferente.

Que por muito que tenha urgência,
nunca ninguém terá a mesma que tu!
Por isso, respira fundo
e aceita isso!

Porque afinal o tempo é diferente de pessoa para pessoa!

 

Simplicidade!

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De coração aberto aceito o que não posso mudar.
Mesmo quando nesta aceitação existe mais sofrimento do que compreensão. Mas a vida ensinou-me que o tempo dos Homens não é o tempo de Deus.
E por muito que custe, aceitar o que não compreendo não é uma obrigação, mas é o caminho que se aceita fazer.

De braços aberto tento abraçar o mundo.
Mesmo quando sei que tantas vezes é o meu mundo aquele que não consigo abraçar.
Porque tantas vezes na necessidade de dar, acabo por me esquecer de mim.
E tantas vezes, não é egoísmo mas antes a vontade. Mas se fosse egoísmo, ainda assim seria perdoado. Porque ninguém dá o que não possui.

 

Eu sou!

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Sou de tempos que não cabem no tempo.
Onde não existem regras mas vontades.
E sentir é melhor do que fingir.

Sou de tempos que não cabem no tempo.
Onde cada momento absorve o melhor de mim.
E realizar é mais estimulante que assistir.

Sou de tempos modernos e antigos.
De vontade de hoje e de ontem.
De beijos demorados e rápidos.
De desejos fugazes e eternos.

Porque afinal eu sou mais do que tudo...
Intensidade!

 

Só Amor!

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Achamos que o tempo cura tudo.
Que nos apaga da memória as pessoas, os locais, os cheiros, os toques, etc.
E na verdade, o tempo não apaga nada.
Apenas nos ensina que há uma vida para lá disto.
Que não se morre porque acabou.
Que a nossa vida não deixa de fazer sentido só porque alguém decidiu sair dela.
E que um dia saberemos aceitar a sua ausência a nosso lado, sem que isso nos prive da paz que alcançámos.
Que nos iremos lembrar da forma do seu sorriso, do seu jeito peculiar, do seu toque ou do seu cheiro. Sem que isso no faça sentir a vontade de regressar.
Porque afinal se fosse bom, era presente e não uma lembrança do passado.
E ao fim e ao cabo, é isso que o tempo nos mostra. É esta a cura que o tempo nos oferece.
Por isso, sejamos hoje aquilo que não fomos no passado.
Que saibamos oferecer hoje aquilo que por receio não partilhamos ontem.
Sem medos e sem pressões.
Porque afinal, na nossa finidade somos infinito.
Pois só assim saberemos compreender que o Amor não se conjuga no passado.

 

Quanto?

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Quanto custa o teu abraço?
O teu tempo?
O teu amor?
A tua sinceridade?
A tua fidelidade?
A tua palavra?
A tua entrega?
A tua amizade?
A tua resposta?
O teu silêncio?
O teu sorriso?
O teu afecto?
Diz-me.
Porque eu estou disposto a pagar.

Pois sei, que é mais feliz aquele que dá do que aquele que recebe.
E por ti...
Eu dar-me-ei.

 

Por muito que custe...

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Corre o tempo e o pensamento.
O vento e a vontade.
Corre o ser e o apetecer.
O certo e o errado.

Corre o atrasado e o apressado.
O educado e o "mal formado".
Corro eu e corres tu.
Corre um Mundo,
tanta vezes sem saber para onde.

Porque a nossa vida,
é esta estranha corrida diária
que nos arrasta para coisa nenhuma e nos preenche com um vazio saciante.
Onde parar é "morrer" e correr é o sentido.
E sem nos apercebermos, somos como que um cardume de salmão que corre ribeiro acima, sem saber que a corrida que faz é apenas com dois objectivos: dar e perder a sua vida

"Mas o mundo pula e avança..."

A vida é isto!

tumblr_lunhhmV8nh1r2gd6yo1_400.pngAprendi a escutar na sabedoria popular que não podemos reter alguém ao nosso lado, se essa não for a sua vontade.

Compreendi que o dinheiro não pode comprar tudo, mas depressa percebi que tudo têm um preço.

Cedo aceitei o facto de nascermos todos de maneira igual, mas existir quem ache que nasceu de forma diferente e é o dono de tudo isto.

 

Assimilei que se leva muito tempo a "ganhar" a confiança de alguém, mas que é algo que pode perder-se em milésimas de segundo.

Constatei que o sol nasce para todos, mas que nem todos o "sentem" da mesma maneira.

Vi muita gente dizer e fazer coisas horríveis, mas que apontavam o dedo acusador sem nunca olharem para  as coisas que diziam e faziam aos outros.

 

Descobri que o egoísmo e a maldade humana carregam em si um enorme poder de destruição, e que apenas o Amor tudo pode vencer.

Senti o esplendor do amor em todas as suas formas, mas algumas delas deixaram marcas eternas.

Sabia que não era dono do meu destino!

 

Mas a vida é isto: recebemos apenas o que damos.

E a bem ou a mal, a vida é um ciclo!

 

"Tarde demais!"

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É quase sempre a expressão que nos sai para exprimir que algo tinha um tempo para acontecer.
Como se na nossa vida algo tivesse apenas um tempo para acontecer,
e ou é naquele momento ou já não se repete.
Não pode porventura um café ser reaquecido?
Não pode por acaso um abraço ser dado?
Uma palavra exprimida?
Um sentimento partilhado?
Claro que pode!
Porque na verdade o que leva a dizer "tarde demais" é apenas e só a necessidade de fazer o outro
sentir que perdeu a sua hipótese. Que a sua vez já acabou.
E isso é apenas um ego momentâneo a falar, a querer ter alguma autoridade sobre o outro.
Mas quando o momento passa, algo dentro de nós se abre e voltamos a perceber que aquele "tarde demais", nunca aconteceu em nós.
Que devemos voltar ao abraço que um dia dissemos que não.
Que o cheiro da pele do outro nunca saiu dos nossos lençóis.
Que o som do seu sorriso nunca deixou de preencher o nosso espaço.
Por isso, é hora de voltar!
É hora de assumir aquilo que queremos e sentimos, sem medos, sem juízos, sem tempos.
Porque nunca é tarde demais para se ser feliz!
Para se lutar por quem se gosta!
Afinal, o Amor... é intemporal!

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