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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

É assim que nasce....

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 A cadência de palavras que surgem de forma inesperada e que se ligam e unem de uma forma inexplicável, dando forma a um sentir, a um pensar.
E eu limito-me a tentar ordena-las de um maneira que façam sentido (o meu sentir), que não percam o seu significado e importância. Para que exista um final, uma conclusão (como se tudo na vida tivesse sempre uma) mas é urgente que tenha.
Porque uma vida sem conclusões é uma vida vazia de formas, de significados mas é acima de tudo uma vida sem decisões.
E existem decisões que nos marcam;
Palavras que prevalecem;
Sentimentos que não desaparecem;
Cheiros que ficam;
Toques que não se esquecem.
Pensamentos intemporais.
Tanta coisa infinita, para algo tão limitado, tão insuficiente, tão frágil.
Mas a palavra tem uma força incalculável, que é preciso respeitar e colocar de forma correta, para que não se perca no infinito, onde não é nada e é tudo ao mesmo tempo.
Onde o que importa não é quem sente e como sente mas a forma lhe dá, como a usa.
E é tão fácil alterar a sua essência...

É natural!

Quiseste conhecer o rosto por detrás da palavra.

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Quiseste saber o meu verdadeiro nome.

Quiseste a saber como era a mão que escrevia o que lias.

Quiseste compreender como tudo acontecia.

Mas a verdade é que por muito que te deixe entrar, existem coisas que não te posso explicar. 

Porque se sentem. 

Porque flui naturalmente.

E isso... Não sei se compreendes!

Há sempre uma hora...

Foram 9 anos,
foram 3306 dias,
foram 79344 horas.
Foram 349 textos publicados.
Com o pseudónimo de Pinguim Alegre (e para os mais curiosos, existe uma explicação para o nome).
Mas aquilo que começou por ser uma brincadeira, revelou-se uma paixão e um hobby.
Não escrevo e nunca escrevi por me achar melhor ou superior a alguém.
Escrevi e escrevo sempre com base no que sentia e sinto, na minha observação e no que penso.
Escrevi textos através do olhar de uma criança, de um apaixonado, de um crente, de uma gata, etc.
Escrevi textos que foram dedicados a pessoas.
Mas confesso, que escrevo sem qualquer intenção que o meu texto seja "perfeito", pelo contrário, digo sempre que a minha escrita é imperfeita.
Porque quero que o texto seja tão "válido" hoje como foi em 2006 quando comecei. Ou daqui a uns anos!
Mas é hora de rasgar horizontes e evoluir.
O "Pinguim Alegre" foi e será sempre um marco na vida.
Mas é hora de mudar e o "Ainda não acabei" é o inicio dessa mudança.

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