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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

Limitação

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"Tudo muda!"
 
Esta verdade é tão universal e tão assustadora.
Porque em si ela transporta a certeza que nada na vida é para sempre.
Que existe sempre um "depois", que nada é eterno nesta vida ou numa outra.
Que a vida não se planeia mas que se vive intensamente.
Que grandes planos podem estar carregados de ilusões e frustrações.
Que a eternidade é algo efémero e que dura pouco mais do que um segundo.
Que hoje é uma dádiva, um presente. E amanhã poderá nunca chegar.
Que sentimentos duram uma fracção da vida e que não se morre nem de amor nem de saudade.
Por isso, é preciso ter a coragem de aceitar aquilo que tantas vezes não se consegue mudar ou compreender, porque existem "vontades" insondáveis, para lá da limitação do nosso Eu.

 

Fecha a porta!

Demasiadas vezes alteramos os factos porque nos dão jeito.
Demasiadas vezes contamos as coisas que nos interessam.
Demasiadas vezes partilhamos o trecho de vida que nos faz ter sempre razão.
Demasiadas vezes só importa aquela fracção de segundos para que o nosso ego fique cheio de uma razão vazia.
E a história repete-se vezes e vezes sem conta!
Sabemos que não somos donos de uma razão totalizante, mas queremos ser donos de uma razão momentânea, seja lá o que isso representa, porque sabemos que existem sempre dois lados da história, porque percebemos e sabemos que as coisas são de outra maneira, mas é preciso mudar o sentido do jogo a nosso favor!
E às vezes a qualquer custo!
Não nos importa a injúria que podemos provocar no outro.
Não nos apoquenta o falso julgamento.
Não nos retira o sono a mentira que se cria e que se acredita ser verdade!
Não nos perturba o nosso egoísmo na alteração dos factos.
Não!
O nosso ego faz-nos acreditar piamente que somos sempre a parte prejudicada, que o outro não fez, não disse, não pensou um único momento em nós. Que a nossa parte da história é que é a mais certa, a mais fiel e aquela que mais importa no meio disto tudo.
Nada mais errado!
É só e apenas o nosso olhar sobre toda a situação.
Por isso não nos enganemos, nem tenhamos a mínima ilusão nem tão pouco criemos a expectativa que a mentira vai triunfar.
Porque a verdade tarda mas não falha! E quando chegar…
Será revelada toda a história, todos os factos, todos os trechos. E nada será igual...
E ai será tarde porque o outro já apagou a luz e fechou a porta!

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