"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos."
August Cury
"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos."
August Cury
A verdadeira força não vem dos músculos, da resistência ou da aparência de controlo. Vem daquilo que escolhes fazer quando o medo te paralisa.
A vida coloca-nos constantemente diante de escolhas. Escolher avançar ou recuar. Escolher confiar ou duvidar. Escolher viver ou simplesmente existir. E no meio dessas escolhas, há um poder imenso: o poder de decidir quem queres ser.
Ser feliz não é um destino, é um ato de coragem. É escolher a tua verdade, mesmo quando o mundo te empurra para o caminho mais fácil. É sentir o medo, o desconforto, a incerteza... e ainda assim dar o passo. Porque é nesse salto que descobres que és muito mais forte do que pensavas.
A força interior não grita, não se impõe. Ela manifesta-se na forma como te levantas depois da queda, na forma como escolhes continuar, apesar de tudo.
Hoje, tens uma escolha. Ficar onde estás ou dar o passo que pode mudar tudo.
É na penumbra que me sento. Que espero por ti. Sem saber se vou ou fico. Sem saber se entro pela noite fora ou se corro atrás do dia. É neste pedaço de tempo, que te espero. Que me espero. Que me pergunto e respondo. Que me vejo e projeto. É neste finito tempo que separa a noite do dia Que procuro respostas para coisa nenhuma. E onde tudo me lembra de ti. E tu? Onde estás?
Assusta-nos o desconhecido. A mudança. A solidão. O não se ser reconhecido.
Assusta-nos encontros profundos. Expor-nos. Abrir mão do que somos. De sermos enganados.
Assusta-nos a conversa com o nosso Eu. A aceitação do que não conhecemos. A entrega total.
Assusta-nos a obrigação. O reconhecimento. O dogma. O Amor.
Assusta-nos a morte lenta. A vida fugaz. A partida e a chegada.
Assusta-nos confiar. Acreditar. Defender o que pensamos.
Assusta-nos o falar para os outros. O nosso silêncio. As palavras e os gestos.
Assusta-nos o julgamento do outro. A crítica. A maldade. O sofrimento.
Assusta-nos a vida que pede para ser vivida por e em amor.
E é o medo que nos atrofia. É preciso compreender que para vivermos em plenitude, temos que sair da nossa zona de conforto. Pois é desse lado que tudo acontece.