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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

Há gente assim!

 "família" (Conjunto de todos os parentes de uma pessoa, e, principalmente, dos que moram com ela.)

 

Mas a família são tantas vezes as pessoas que nos acolhem nas suas vidas e acima de tudo nos seus corações. Pessoas que nos aceitam, para lá de todas as nossas virtudes e defeitos, das nossas escolhas e /ou renúncias, etc. São estas pessoas especiais porque dão sentido à vida dos outros e neles fazem brotar o sentimento de pertença.

 

É importante reconhecer quem são esses seres, pois as nossas vidas estão cheias de coisas fúteis e descartáveis. Que nem nos apercebemos destes anjos que caminham por entre nós. 

Infinitas possibilidades...

Há sempre uma incerteza disfarçada.

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Há sempre um abraço escondido.
Há sempre uma dor camuflada.
Há sempre um olhar perdido.
 
Há sempre um beijo roubado.
Há sempre uma palavra por verbalizar.
Há sempre um coração sofrido.
Há sempre uma música por escutar.
 
Há sempre qualquer coisa...
Há sempre mais qualquer coisa...
Porque a vida é uma abundância infinita que nós teimamos em limitar.

 

Momentos...

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"O que posso eu fazer por ti?" perguntaste tu.
E a minha resposta automática foi "nada, obrigado!"
Mas, não era a verdadeira...
Porque aquilo que eu precisava que fizesses por mim, é que me desses um abraço!
Um bem apertado e sentido.
Mas, tive medo de mostrar a minha vulnerabilidade.
E permiti que fosses embora...

Precisas de parar e respirar

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Às vezes, quando tudo parece estar a correr mal, levando-te a seres muito crítico(a) contigo e com os outros, tens de parar!Às vezes, quando a dor que sentes parece que te rebenta o peito e que ninguém sentiria a tua falta, tens de parar!Às vezes, quando a injustiça do outro te mágoa e não a consegues compreender e aceitar, tens de parar!Às vezes, quando um problema parece gigante e parece que tudo está bloqueado para a sua resolução, tens de parar!Parar, ajuda-nos a sair daquele momento.Ajuda-nos a olhar para as coisas de uma outra forma.Ajuda-nos acima de tudo a poder respirar fundo e a manter o foco no que realmente importa.E isso... és tu, sou eu!O resto é apenas isso, o resto!

Por isso, pára e respira fundo, para recentrares o teu eu!

"É agora?"

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Há no ar um sabor de dúvida, de incerteza, de medo.
Que nos questiona,
que nos impele a agir.
Que nos exige algo mais do que aquilo que estamos dispostos a dar neste momento.
 
"É agora?"
 
Perguntamo-nos demasiadas vezes, numa esperança vazia, de que o vento nos traga a resposta.
Que alguém nos diga "é sim!".
Que num rasgo de sorte, o caminho que temos de percorrer se ilumine.
 
Só que nada disto acontece. E pior, a pergunta continua a existir...
 
"É agora?" não é uma pergunta filosófica, não é uma pergunta de introspecção. Não!
É sim, uma pergunta de inquietação que nos impulsiona para uma acção, um movimento, uma consciência, uma mudança!
 
É agora que tens de agir!
É agora que tens de amar(-te)!
É agora que tens de abraçar(-te)!
É agora que tens de arriscar!
É agora que podes mudar aquilo que não gostas!
É agora que podes fazer diferente!
É agora que podes fazer acontecer!
 
Na verdade, esta pergunta "é agora?" só precisa que confies no que sentes, no que és, nos teus sonhos, na tua essência!

 

Que tudo passa!

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Há dias que somos capazes de correr maratonas!
Há dias que somos capazes de sentir felicidade só porque estamos vivos!
Há dias que somos capazes de notar que a vida flui em cada respiração!
Há dias que somos capazes de vencer qualquer obstáculo!
 
E há dias, em que somos apenas nós!
Com as nossas fragilidades,
com os nossos medos,
com as nossas inseguranças,
com as nossas dúvidas e anseios.
 
Porém nestes dias, nestes momentos,
temos que nos lembrar...

Nós!

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Num caminho, que nem sempre foi fácil.
Numa descoberta, que nem sempre foi agradável.
Um sentimento, que nem sempre foi compreendido.
A verdade, é que nós tivemos a ousadia de ir mais além.
Pegámos nas nossas diferenças e criámos algo que era só nosso.
Criámos algo a que chamámos de família.
Passámos a chamar de nossos e a amá-los incondicionalmente.
Aqui vimo-los crescer sempre com o nosso apoio.
Ensinámos a alegria de pertencer.
Partilhámos a experiência adquirida.
Apontámos rumos e direcções.
Desfrutámos de verdade da companhia de cada um de nós.
Dividimos sonhos.
Delineámos projecto.
Celebrámos cada conquista.
Expusemos os nossos medos e inseguranças.
Experimentámos a felicidades da superação de obstáculos.
Dançámos sem vergonha do juízo alheio.

Nós soubemos criar histórias e fizemos a nossa própria história.

"o amanhã é sempre longe demais"

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Existe em cada um de nós uma crença asfixiante, uma esperança de reconhecimento.

Como se isso nos desse algum tipo de suporte. 

Frequentemente achamos que o futuro nos trará uma gratificação. Seja pela dedicação, pelo amor, pela entrega, etc.

Que num determinado momento da nossa existência tivemos por alguém, seja namorado (a), seja pais, seja filho(a), seja amigo (a), etc.


Só que esse "um dia" é tão incerto e longínquo, que o nosso ego pode nunca o viver. 
Cabe-nos aceitar o que o "agora" nos dá, sem colocar "se's" ou "mas".

Porque afinal, "o amanhã é sempre longe demais". 

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