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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

Janelas mágicas...


Elas já foram de estanho cobertas de um derivado de petróleo;
Elas já tiveram que esperar mais de oito horas ao sol;
Elas já foram de prata numa placa de estanho;
Elas já usaram folhas de folhas de papel cobertas de cloreto de prata;
Elas já foram gravadas em filme fotográfico;
Elas já podem ser guardadas em cartões de memória;
Elas já foram registadas em preto e branco;
Elas já foram de papel;
Elas hoje são virtuais;
Elas hoje são a cores e a sépia;
Elas podem ser paisagísticas;
Elas podem ser de família;
Elas podem ser de amigos;
Elas podem ser de tudo.
Porque essa é a sua essência, desde da sua criação (1826), a de registar um momento para sempre.
E de facto, não importa o tempo que possa ter passado, quando olhamos de novo para uma fotografia, conseguimos recordar aquela cena, aquilo que aconteceu, que vivemos, que sentimos.
A fotografia é uma arte.
Uma boa fotografia é um desafio.
Mas uma fotografia será sempre a vontade de querer captar um momento para sempre.
Porque uma fotografia é isso mesmo, uma janela aberta no presente que nos recorda o passado.

«Fotografar é colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração.»
Henri Cartier-Bresson
Uma braçada amiga

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