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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

Estilhaços de guerra


Existe tantas vezes uma necessidade que extravasa tudo aquilo que é humanamente compreensível.
E quando isso acontece…
É como se de um momento para o outro tudo fosse esquecido, tudo fosse insignificante.
Onde não importa o que de bom se viveu ou se partilhou; onde não importam os sorrisos e momentos de cumplicidade...
Não!
Isso não importa…
Isso não interessa…

O que importa, é que a minha verdade e a que a minha postura fique bem marcada, bem fincada…
E assim somos capazes de destruir amizades, somos capazes de magoar pessoas que nos são tão queridas e especiais…
Tudo em prol de um momento de afirmação!

E isso cria-me uma série de perguntas e de inquietações…

Porque será que existe esta necessidade?

Porque será que temos a memória tão curta nestes momentos?

Porque não permitimos que outros nos possam ajudar?

Porque achamos que estão todos contra nós?

Porque nos achamos donos e senhores de uma verdade que nasce em segundos e morre de seguida?

Porque nos tornamos tão cheios de nós mesmos?

Porquê?

Condição humana?

Perspectivas diferentes?

Mas qualquer que seja a resposta que se possa dar, nenhuma devia ser mais forte e mais importante que o sentimento de Amor / Amizade, que une ou uniu essas pessoas…

Mas infelizmente parece que é…

E depois ficam estes «estilhaços de guerra», que ficam cravados no peito onde nem sempre uma outra mão amiga é capaz de chegar para os arrancar…
No fim, fica esta dor...
Fica esta ferida por estancar...
E permitimos que o nosso amigo parta...
Sem nunca sabermos se algum dia ele irá regressar e então lhe possamos dizer "Perdoa-me!"...
E porquê???
Porque nos quisemos afirmar num momento, corremos o risco de perder um amigo para sempre...
Uma braçada amiga

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