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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

“Desculpas”...


Podia ser um pedido público, mas não é.
É antes, a forma como este gesto é utilizado, como se tornou tão banal, tão benevolente, tão pouco inquietante.
Porque é uma palavra que perdeu força; porque é um gesto que se tornou leviano. Porque se olha e se pensa que é uma simples borracha, que elimina e corrige um risco ou elimina uma palavra.
Mas um pedido de desculpa não é uma borracha.
É antes um exigente exercício interior...
É um gesto nobre, porque o gesto de pedir desculpa, não apaga palavras ou não elimina gestos, ela é, em primeira instância, o reconhecimento de um erro mais grave ou não...
Pedir desculpa, não pode ou melhor não deve ser uma coisa banal. Porque ela exige de nós, este compromisso sincero, honesto e humilde de não querer voltar a cometer o mesmo erro.
Por isso, pedir desculpa não nos pode deixar do mesmo jeito, com o mesmo o pensamento, com a mesma consciência.
Pedir desculpas não pode ser visto como a escapatória em caso de deslize...
Porque não o é!

Uma braçada amiga

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