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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"A vida não é justa..."



Sempre aprendemos que «quem vê caras não vê corações», mas pensei que entre amigos se via ambos, que um amigo não é aquele que concorda sempre contigo.
Mas que é verdadeiro, é honesto e acima de tudo é sincero e frontal contigo.
Sempre pensei que uma amizade, nem poderia (e não pode) ter como base o egoísmo ou materialismo.
Mas um dia quando nos percebemos que uma pessoa de quem gostamos de verdade, que consideramos um amigo, uma pessoa que considerávamos da nossa família. Afinal não se alegra com a nossa felicidade, que à nossa frente diz um coisa e por trás outra. Que é capaz de nos «rotular» à frente de outros…
Isso cria-nos um enorme vazio, uma desilusão desmesurada, um «Porquê» sem compreensão…
Porque para mim, um amigo é um bem precioso, com quem sou capaz de rir e chorar, de brincar e de falar sério, de ser meigo ou muito rude.
Mas se o considero um amigo, é porque o amo. E é esse sentimento que parece que nos foge debaixo dos pés e nos leva a dar um enorme tombo…
E agora…
Conseguirá a amizade suportar tamanha traição?
E o relacionamento conseguirá ser o mesmo?

Tenho dúvidas…

Uma braçada amiga

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