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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

...a verdade sobre nós se revela.

Apaga a luz e vêm.

Não te preocupes com o que trazes.

Não te preocupes com o que tens.

Não te importes com a hora.

Não te incomodes com o pensamento. 

Não te apoquentes com o sentir.

Não te envergonhes com o erro.

Não te escondas por causa da falha.

Não te reduzas por causa da opinião alheia.

 

Apaga a luz e mostra-te. 

Como és. 

Com o que és. 

Com o que sentes.

Com o que desejas.

Com o teu medo.

Com a tua certeza.

Com a tua fragilidade. 

Com a tua vontade. 

 

Apaga a luz e senta-te aqui.

Escuta-te.

Ouve-te.

Respeita-te.

Sente-te.

Abraça-te.

Ama-te.

Permite-te.

Encontra-te.

Demora-te.

Descobre-te.

 

Apaga a luz.

Tu és a resposta.

Tu és a luz.

Tu és a sombra.

Tu és o sim.

Tu és o não. 

Tu és a palavra.

Tu és o silêncio. 

Tu és o princípio.

Tu és o fim.

 

Porque afinal é quando a luz se apaga que...

 

Vai... mesmo com medo

Carregamos demasiadas "coisas".

Ignoramos demasiados "sentires".

Esquecemos demasiadas "assuntos".

Damos pouca atenção aos "sinais".

E é neste fluxo de águas salobras que nos deixamos ir.

Onde rapidamente percebemos que:

o não falar é mais apaziguador;

o não ver é mais revelador;

o não escutar é a porta da fuga ideal.

E esquecemos do nosso verdadeiro compromisso.

Aquele que assinámos com o nosso eu.

Aquele que aceitámos antes de aqui estarmos.

 

Por isso, toma nota:

Não somos e nunca seremos capazes de agradar a todos.

Não somos e nunca seremos o sonho dos outros.

Não somos e nunca seremos mendigos de amor e respeito.

Não somos e nunca seremos o que temos.

 

passar ao próximo nível!

Fujo.
Do que não acredito.
Do que não me satisfaz.
Com o que não me identifico.

Fujo.
Da necessidade de agradar a todos.
Da vontade de fazer sempre tudo bem.
Da carência física.

Fujo.
Por consciência.
Por amor.
Por escolha.

Fujo.
Porque me obrigo a estar conscientemente presente em todos os momentos.
Fujo.
não por me achar melhor do que alguém. Mas sim na escolha humilde de quem sabe que existem palavras, pensamentos, que não quero mais para mim.

Fujo.
Não porque é o mais fácil. Porque a voz de dentro, às vezes é muito dura.
Fujo.
Porque decidi e decido em cada momento, que o que mais importa é...

 

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