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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

Free falling!

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Só!
É assim que tantas vezes nos sentimos.
Sós!
Num mundo cheio de opções.
Numa vida preenchida de fugacidade.
Em que os sentimentos são intensos.
Onde a verdade é frágil.
Onde o TER "fica" melhor do que o SER.
Seduções.
Ilusões.
Mas no meio de tudo isto, cada um de nós é uma pequena ilha. Onde somos abandonados à sorte.
E por isso, não te iludas...
É na solidão que existimos e dela não fugimos.
Mesmo que tantas vezes, se tente calar a sua voz com o "barulho das luzes". 

Vamos à luta!

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Há dias em que o cansaço toma conta de mim.
Deste corpo e desta mente.
Onde sucumbir ao desânimo e à frustração é demasiado fácil.
Onde ficar parece ser a única opção.
E é por entre as horas de luz fusca que o meu ser levita.
Com a maior das certezas, que aquilo que me segura é uma leve e ténue linha.
E é neste flutuar que tantas vezes me encontro. Que redescubro e me reinvento, convicto que mais vale partir que vergar.
E é com essa convicção que deixo esse estado e de mangas arregaçadas faço-me à luta.
Porque a vida não se gasta.
O que se gasta, é falta de se viver plenamente. 

Simplicidade!

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De coração aberto aceito o que não posso mudar.
Mesmo quando nesta aceitação existe mais sofrimento do que compreensão. Mas a vida ensinou-me que o tempo dos Homens não é o tempo de Deus.
E por muito que custe, aceitar o que não compreendo não é uma obrigação, mas é o caminho que se aceita fazer.

De braços aberto tento abraçar o mundo.
Mesmo quando sei que tantas vezes é o meu mundo aquele que não consigo abraçar.
Porque tantas vezes na necessidade de dar, acabo por me esquecer de mim.
E tantas vezes, não é egoísmo mas antes a vontade. Mas se fosse egoísmo, ainda assim seria perdoado. Porque ninguém dá o que não possui.

 

Eu sou!

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Sou de tempos que não cabem no tempo.
Onde não existem regras mas vontades.
E sentir é melhor do que fingir.

Sou de tempos que não cabem no tempo.
Onde cada momento absorve o melhor de mim.
E realizar é mais estimulante que assistir.

Sou de tempos modernos e antigos.
De vontade de hoje e de ontem.
De beijos demorados e rápidos.
De desejos fugazes e eternos.

Porque afinal eu sou mais do que tudo...
Intensidade!

 

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