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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

Para lá de tudo...

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Damo-nos ao outro sem grandes reservas.
Deixamos que entre. Que encontre. Que se faça uno. Que acrescente um pouco ao muito que nos falta. Que caminhe connosco. Que nos faça ver para lá desta nossa limitação humana. Que nos ensine a amar. A partilhar a dor que um dia possamos sentir.
Sem receios. Sem medos. Sem condições. É de uma forma consciente que o fazemos. É um passo certo este que damos. É ousar. É confiar. Mas acima de tudo, é acreditar.
E existe em nós a vontade que tudo possa dar certo. Que seja O ser que tantas vezes sonhámos.
É por esta desagradável verdade que um dia nos sentimos rasgados por dentro de cima a baixo.
Como se tivéssemos sido cortados por uma espada e atropelados por um camião.
Caímos de joelhos e com a expectativa por terra. E somos invadidos por uma necessidade de isolamento.
Compreendemos a dureza do coração humano. E a verdade de que o Mundo não pára à nossa espera.
Onde apenas os fortes são recordados e os fracos são esquecidos. Aí percebemos de que lado da história queremos estar.
Porque por muito que nos custe admitir, é na dor que se revela o verdadeiro carácter e a coragem. E na alegria, a generosidade e a expectativa. 

Escuta...

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"Serenidade!"
Quando tudo à nossa volta não pára de nos surpreender.
Onde o desaparecimento parece ser o mais fácil.
Onde questionar aparenta ser um jogo de batalha naval.
E respostas nunca serão as que queremos ou as que entendemos.

"Serenidade!"
Quando esconder a cabeça na areia parece ser a melhor opção.
Onde cada opção nos parece puxar mais para dentro do buraco onde nos imaginámos.
Onde a irritabilidade se concretiza nas mais pequenas acções.

É quando tudo isto me acontece que o grito do Eu ganha mais força e me diz:
"Serenidade!"

Porque não é nas alegrias que se mede a nossa força de vontade.
Nem que se compreende o tamanho da nossa resiliência.
Não será no momento mais escuro do teu ser que encontrarás o brilho dos outros.

"Serenidade!"
É pouco. É difícil. E é tantas vezes aquilo que não precisamos ouvir.
Porém o nosso Eu sabe que todas as fases na nossa existência, passam. E esta não é para provar algo a alguém. Nem por maldade superior.
Mas precisamos de evoluir. Precisamos de nos libertar.

Mas a liberdade tem um preço: a solidão.
E cada um de nós tem o antídoto: a Serenidade.

Rasga-te.
Reinventa-te.
Recebe.
Retribui.
E talvez um dia percebas que a "Serenidade!" não  te é dada, mas que é antes a tua maior dádiva a este mundo.

Por isso, respira fundo e escuta a palavra do teu Eu : "Serenidade!"

 

Arrisca!

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Assusta-nos o desconhecido. A mudança. A solidão. O não se ser reconhecido.

Assusta-nos encontros profundos. Expor-nos. Abrir mão do que somos. De sermos enganados.

Assusta-nos a conversa com o nosso Eu. A aceitação do que não conhecemos. A entrega total.

Assusta-nos a obrigação. O reconhecimento. O dogma. O Amor.

Assusta-nos a morte lenta. A vida fugaz. A partida e a chegada.

Assusta-nos confiar. Acreditar. Defender o que pensamos.

Assusta-nos o falar para os outros. O nosso silêncio. As palavras e os gestos.

Assusta-nos o julgamento do outro. A crítica. A maldade. O sofrimento.

Assusta-nos a vida que pede para ser vivida por e em amor.

E é o medo que nos atrofia. É preciso compreender que para vivermos em plenitude, temos que sair da nossa zona de conforto. Pois é desse lado que tudo acontece.
                    

 

Qual escolhes?

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Se um dia tivesses de escolher o tamanho da mala vida como seria?
Grande?
Pequena?
Média?
Castanha?
Cinzenta?
Na verdade não importa muito o tamanho ou a cor da mala que decides levar, porque na verdade em qualquer uma delas não és tu quem escolhe o seu interior, já está escolhido!
É lá encontrarás sempre verbos, sentimentos que apesar de universais são diferentes para cada um de nós

Lutas. Perdes.
Insistes. Desistes.
Abandonas. Sentes.
Amas. Entregas.
Confias. Sofres.
Caminhas. Caís.
Escolhes. Decides.
Consequência. Solidão.
Alegria. Partilha.
Agir. Acção.
Palavra. Vontade.

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