Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

São deste ser...


São bocados meus aqueles que vês espalhados pelo chão;
São sentimentos meus aqueles que sentes a perderem-se no tempo;
São memórias minhas aquelas que se projectam na mão;
São momentos únicos aqueles que partilho de anuimento.


Um abraço

Para quê?


Tenho muita dificuldade (muita mesmo), em perceber ou compreender, porquê que as pessoas têm a mania de criticar, de julgar, de se acharem superiores aos outros, de achar que são donos da verdade e tantas vezes da razão...
E tantas vezes esquecendo os seus erros, como se a sua história de vida fosse imaculada. Mas não é...
Esta ideia de apontar o dedo aos outros é tão normal nos nossos dias, que tantas vezes nem chegamos a perceber a dor que estamos a infligir nos outros.
É verdade que temos direito à nossa opinião;
É verdade que nos é concedido uma permissão pelo outro;
É verdade que devemos ajudar o outro;
É verdade que nos é pedido que digamos a verdade, mesmo que doa.
Mas...
Também não é menos verdade:
Que a nossa opinião, é tantas vezes baseada nas nossas vivências (E sabe Deus tantas vezes que vivências...);
Que ajudar o outro não é uma constante critica destrutiva mas sim construtiva;
Que é errando que crescemos;
Que é sofrendo que amadurecemos;
Que nos é feito apenas e só o apelo de caminhar lado a lado e se um dia houver uma queda, que não nos afastemos mas que ajudemos a erguer.


Então para quê continuar, nesta temática?

O que importa não é a Felicidade?

Então porque teimamos destruir a dos outros?

É preciso olhar para o outro e respeita-lo. Porque esse é o pilar fundamental da socialização.

Opções minhas...



Abraço-te,
no tempo que é nosso.
Sinto-te,
no silêncio feito partilha.
Olho-te,
como se a primeira vez se tratasse.
Descubro-te,
Em cada toque.
Destapo,
O sentimento por dentro.
Perco-me,
Em cada sorriso.
Rasgo,
As recordações.
E reinvento,
Cada momento.


Um abraço

O prometido é devido!


Fui premiado com este selo por parte da Fénix.
Em primeiro quero-lhe agradecer publicamente e em segundo lugar vou passar a explicar o desafio:

1. Exibir o selo;
2. Indicar o nome e o link do blog de quem receberam;
3. Lançar o desafio a outros 5 blogs:
- Luamizade4
- Conversa de Loira
- Partilhas em Fa menor
- Ess'agora
- ... Palavras leva-as o vento...

4. Responder às perguntas

Qual o Sentido que melhor me descreve?
A visão. Porque eu sou muito observador. Porque eu gosto de olhar, olhos nos olhos e descobrir quem tenho à minha frente. Um olhar vale mais do que mil palavras.

Para cada Sentido responder as respostas para as perguntas...

Visão - Qual a tua imagem favorita?
Um pôr do sol...
Uma noite de luar...

Tacto - O que mais gostas de sentir na pele?
Água

Paladar - Qual o teu sabor preferido?
Sendo guloso, só posso dizer... Chocolate!

Olfacto - Qual o cheiro que te faz bem?
O cheiro da maresia.

Audição - Qual o som que gostas mais de ouvir?
O riso do meu filho, sem dúvida!

Um abraço

O Poema da Paz


O dia mais belo? Hoje
A coisa mais fácil? Equivocar-se
O obstáculo maior? 0 medo
0 erro maior? Abandonar-se
A raiz de todos os males? 0 egoísmo
A distração mais bela? 0 trabalho
A pior derrota? 0 desalento
Os melhores professores? As crianças
A primeira necessidade? Comunicar-se
0 que mais faz feliz? Ser útil aos demais
0 mistério maior? A morte
0 pior defeito? 0 mau humor
A coisa mais perigosa? A mentira
0 sentimento pior? 0 rancor
0 presente mais belo? 0 perdão,
0 mais imprescindível? 0 lar
A estrada mais rápida? 0 caminho correto
A sensação mais grata? A paz interior
0 resguardo mais eficaz? 0 sorriso
0 melhor remédio? 0 otimismo
A maior satisfação? 0 dever cumprido
A força mais potente do mundo? A fé
As pessoas mais necessárias? Os pais
A coisa mais bela de todas? 0 amor

Beata Teresa de Calcutá
Hoje decidi parar e "degustar" estas palavras...
Um abraço

Just play...

Viver é ter uma capacidade enorme de arriscar.
É perceber que a vida é um conjunto de momentos que não se repetem, mas que se congregam.
Onde não importa, o que se deixa ou que se pode vir a ter;
O que se pode ganhar ou vir a perder; etc.
Viver é aceitar jogar neste enorme tabuleiro, onde umas vezes somos peões e outras vezes reis ou rainhas.
Onde cada momento é preciso confiar, no que somos e naqueles que nos rodeiam.
Porque a vida é este constante desafio, onde apenas e só o melhor de nós poderá constar.

Porque afinal:
“Não é preciso correr;
Não é urgente chegar;
O que é preciso é viver”

Um abraço

Simplesmente existe...


Há no instinto uma sabedoria...
Que não se ensina...
Mas que se aprende....

Há no sentimento uma força...
Que não se diz...
Mas que se sente...

Há no “cantar das gentes” um mistério...
Que não se revela...
Mas que se expressa...

Há no olhar uma mágia...
Que não se vê...
Mas que se toca...

Há no sorriso uma pureza...
Que não se lê...
Mas que se reconhece...

Há no segredo uma confiança...
Que não se compra...
Mas que brota de dentro...
Um abraço

Ainda me fascina este excerto...




"Enterrados no lixo do palavreado mediático, já perdemos a percepção da palavra. Um rio de ruído vazio atravessa os nossos dias e escorre por nós, deixando-nos cada vez mais sujos. Em muitos lados, ergue-se o canto das carpideiras: «A poesia tem os dias contados»... « A narrativa está morta e apodrece»... «O ser humano está demasiado avançado para se entreter com esses contos da sua história evolutiva»... «Se tudo já foi dito porque haveria de se repetir?»

A ausência de silêncio e o palavreado constante fizeram-nos esquecer o poder e o mistério que se escondem na profundidade da palavra. Não da palavra-casca, da palavra-sussuro, mas da palavra-eco de outra Palavra. Nessa Palavra, não há repetição, cansaço, mas a constante renovação de uma nova compreensão. Assumir para si a palavra-eco é muito diferente do que ser-se criativo e usufruir da nossa fantasia. É pôr às costas uma mochila cheia de pedras, beber todos os dias um pouco de veneno e gastar sem piedade o nosso corpo e o nosso espírito. É imergir no mal, na devastação, mergulhar nas trevas do coração, não por se sentir prazer, como quereriam os cínicos, com as próprias trevas, mas para procurar o ponto, o local, o momento em que uma réstia de luz pode nascer da mais funda escuridão.

Diante de cada folha branca, não sinto a excitação alegre que se supõe pertencer à criatividade, mas o medo de Jonas que, em vez de ir a Ninive, embarcou para Tarsis, ou o temos de Jeremias quando diz «Eu não sei falar: sou muito novo.»

Em tempos tão dramaticamente confusos, não se podem atirar as palavras ao ar como se fossem coentros, nem sacudi-las para onde calha, como se sacodem as migalhas da toalha. Cada palavra é uma semente e o terreno onde medra é o coração do homem.

Tal como as sementes, as palavras podem germinar de imediato, ou esperar anos em estado de dormência. Podem gerar flores e frutos, que proporcionam beleza e alimento, ou ervas daninhas, que cegam e sufocam quem as deixou crescer.

Há as palavras-instigação e as palavras-reflexão, palavras que explodem em raiva, em ressentimento e outras que pelo contrário, são capazes de conter qualquer tipo de explosão. A dispersão das palavras-sementes é anemófila, propaga-se com o vento, a brisa transporta-as, uma rajada de vento arranca-as, ninguém pode prever quando pousarão na terra, nem em que lugar irão cair. É também por isso que a escrita gasta, porque é um peso e, hoje mais do que nunca, uma responsabilidade.

Se há uma semente que a escrita deve propagar, não é a do repouso, de uma planta que dá sombra e abrigo, mas a da inquietação, invisível e pungente. Os campos e os bosques estão cheios de pequenas sementes espinhosas que se agarram a tudo, às orelhas dos cães, às nossas peúgas, introduzem-se sorrateiramente nas pregas das calças e da pele, obrigando-nos a mexer, a sacudir-nos, a despir-nos.

A semente da inquietação fere-nos o coração e obriga-nos a caminhar."

Susanna Tamaro em "CADA PALAVRA É UMA SEMENTE"

Um abraço

Quanto tempo mais?

Ao fim de algum tempo percebes:

que o que custa mais não é a ausência do outro mas a ausência de ti mesmo;
que o que não passa não é o tempo mas o pensamento;
que o que não se preenche não são os dias mas a cabeça;
que o que nos separa não são os quilómetros mas são as vontades;
que o que te magoa não são as palavras mas os momentos;
que o que angustia não são os sentidos mas o sentir;
que o que nos mata não são os outros mas nós próprios;
que os ciúmes não são inseguranças mas medos;
que a confiança não se sente mas demonstra-se;
que o egoísmo não é querer à nossa maneira mas respeitar a maneira dos outros;
que os sonhos não são concretizações;
que os planos não são promessa;
que a vida é o ontem que hoje espera o amanhã.
que amar é viver a angústia ciumenta, egoísta e insegura de não te sentir...
que por mais tempo que passes, os sentimentos crescem...
E que no fim de algum tempo as lágrimas serão a alegria do regresso.

Um abraço

Pág. 1/2

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Sigam-me

Calendário

Setembro 2009

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930