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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

E talvez um dia aconteça...


É de todos,
Aquele que mais "bloqueia"
A nossa Felicidade.
É aquele que nos acompanha
Em todas fases da nossa existência.

Medo de não ser feliz;
Medo de não passar de ano;
Medo de desiludir os nossos pais;
Medo de não ser capaz;
Medo de ficar sozinho;
Medo de amar;
Medo de morrer;
Medo...
E mais medo.

E a vida vai passando,
E nós nem nos apercebemos
Que o nosso tempo,
Não foi pautado pela Felicidade.
Mas sim pelo MEDO.

Porém,
É preciso compreender e sentir,
Que viver é acima de tudo arriscar!

Arriscar a ser feliz!
Arriscar em tornar os sonhos em realidade!
Arriscar a viver cada dia como "se fosse o nosso primeiro dia e o nosso último dia".
Arriscar a viver cada momento numa entrega total e gratuita.
Arriscar;
Sem medo,
Sem condições,
Sem dúvidas.

Apenas arriscar porque se quer e se deseja ser verdadeiramente FELIZ!

E talvez um dia aconteça...

Só depende de nós...

Uma braçada amiga

Momentos de tristeza e... solidão

A tristeza tem a sua hora para todos.
Perdidos na multidão... de repente...
Sentimo-nos sós!
Tremendamente sós!
Esmagados por uma dor... que, por vezes,
Nem nós mesmos compreendemos totalmente.

Reduzidos a nada
Com um peso excessivo no coração
E sem brilho no olhar...
Sentimos a necessidade de uma mão amiga,
Aberta, estendida... bondosa
Que nos diga que não estamos sós.

Precisamos do olhar de ternura
De alguém a quem queremos bem,
E queremos o bem,
Alguém que nos dá esperança, coragem e confiança.
Alguém que nos dá paz interior,
Bem-estar e serenidade.

Sentimos a falta de alguém
Que nos aqueça o coração...
E faça, connosco,
Um pedaço de estrada...
Que partilhe connosco um pedaço de vida...
Que nos faça «sentir em casa»

Ana Paula Bastos in «O amor não se diz»
Uma braçada amiga

Ser pai é...

Ter noção que abraçamos o maior “desafio” das novas vidas, por ser tão estimulante e ambicioso. É preciso ter consciência que tantas vezes, teremos de abdicar do que gostamos ou do que queremos por ele…
Mas ser pai, é isso mesmo…
Pouco importar se temos de abdicar.
Ou será que algum de nós se lamenta das noites mal dormidas? Não.
Porque é o seu sorriso que nos enche e nos preenche o coração.
Porque mesmo quando tudo à nossa volta não faz sentido, existe um pequeno ser que nos prende e nos segreda “tu és o meu papá!” e isso vale imensamente mais do que tudo o que este mundo nos pode oferecer.
Por isso, ser pai é…
Um misto de magia e de beleza;
Um misto de loucura e de razão;
Um misto entre boa educação e rebeldia;
Um misto entre dar e receber;
Mas ser pai é acima de tudo, “dar a vida”.
Uma braçada amiga

Olhar...

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Olhar,
é captar
um momento
para sempre.

 

Olhar,
é guardar
um segundo
para a eternidade.

 

Olhar,
é observar
com atenção
e guardar no coração.

 

Olhar,
é ver o essencial.

 

Olhar,
é compreender
aquilo que é crucial.

Olhar, é um simples mas poderoso gesto.

Uma braçada amiga

Pequenas partilhas #1

Porque será que ainda me comove?
Porque será que ainda se emociona o meu coração?
Porque será que ainda se agita a minha alma?

É um simples filme, é verdade.

Mas traduz muito naquilo em que acredito.




Poderão tirar-nos tudo...
Poderão ferir-nos de morte...

Mas nunca poderão arrancar aquilo que somos e que sentimos.

Uma braçada amiga

Pequenas partilhas

Verdade

É a coerência,
Entre o gesto e a palavra.
É a resposta
Dada pelo coração sem condicionalismos.
É a confiança
Entre o que sentimos e o que ouvimos.
A verdade pode doer,
Mas ajuda-nos a compreender melhor quem somos e o que sentimos.
Arrisco mesmo a dizer que nos liberta.


Uma braçada amiga

Faz toda a diferença...


Sempre pensei que um Homem era aquilo que sonhava. Então decidi que viveria de acordo com o que sonhava mas depressa percebi que não era suficiente…
Então, decidi viver de acordo com aquilo em que acreditava, as minhas verdades, erradas algumas, é verdade, mas mesmo assim decidi arriscar. Porém, isso não era suficiente, não era totalizante…
Existiu um momento em que decidi viver no meio-termo, nem quente, nem frio, só morno… E quando tive que escolher, então percebi que este também não era o meu caminho…
Foi então, que me obriguei a parar e a serenar o coração, porém esta paragem obrigou-me arrumar assuntos dentro de mim; outros porém tive de os “arrancar” do coração, por maior que fosse o sofrimento. Mas se queria serenar o coração, então era preciso primeiro libertar-me de todos os atilhos que me prendiam. Era preciso arrumar tudo e fechar portas que tinham ficado até então entreabertas.
O tempo ia passando, mas dentro de mim ia crescendo uma serenidade e uma harmonia que não existia há muito tempo.
E com a cabeça e o coração a falar a mesma linguagem, compreendi que a minha vida tem de ter sonho; emoção; paixão; dor; sorriso; lágrimas; abraços; dúvidas; certezas; etc.
Que não importa se hoje tenho vontade de ficar, porque existirá um momento em que quero ficar;
Que irão sempre aparecer novas pessoas mas que outras que conheço à anos, também irão partir;
Que existiram dias de paz e outros de guerra;
Que existirão dias em que andarei nas nuvens, mas também haverá outros em que me irei arrastar pelas suas horas.
Que não importa o que sinta ou que pense, o Mundo não irá parar a sua marcha por minha causa.
Mas descobri que por mais voltas que a minha vida possa dar, Tu caminhas sempre comigo!
E isso faz toda a diferença…
Uma braçada amiga

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