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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

Nem te quero ver...


Não, não vou começar pelo tradicional “Querido pai natal”, porque estou deverás chateado contigo.
Não consigo perceber velhote, porque não me trouxeste o ÚNICO presente que te pedi, porque afinal não era uma lista infindável; não era um presente muito grande e pesado; não era uma trocada ("tu dás um presente e eu porto-me bem"); não era algo que não conseguisses encontrar numa Fnac ou até na loja do chinês aqui da minha zona.
Não era nada disso velhote!
Fizeste birra, foi?
Mas deixa-te andar, porque a crise também te vai bater à porta…
E eu hei-de te ver a cantar ao lado da Popota, ou pior em vez de ser o Figo a vender cd’s para ajudar as criancinhas, vai ser para ajudar o velhinho…
E depois eu também faço birrinha!
Vou ver se depois gostas…

Pensa bem no que fizeste velhote…

Até ao Natal de 2009!

Um pouco de poesia...


Quem me dera que eu fosse o pó da estrada
E que os pés dos pobres me estivessem pisando...

Quem me dera que eu fosse os rios que correm
E que as lavadeiras estivessem à minha beira...

Quem me dera que eu fosse os choupos à margem do rio
E tivesse só o céu por cima e a água por baixo...

Quem me dera que eu fosse o burro do moleiro
E que ele me batesse e me estimasse...

Antes isso que ser o que atravessa a vida
Olhando para trás de si e tendo pena...

Alberto Caeiro

Uma braçada amiga

Código de cores

Elas possuem várias tonalidades e vários significados, podem ser cores vivas ou cores pastéis; podem ser cores quentes ou cores frias; ou são cores primárias ou são secundárias.
Existe quem tenha uma vida ou sonhos cor-de-rosa, outros em que o futuro é preto.
Elas desempenham nas nossas vidas um papel fundamental, por isso, é das primeiras coisas que nos ensinam, nos primeiros anos de vida, para lá do nome, para lá de se saber contar até 10, para lá de tudo isso.
No nosso processo de socialização, as cores possuem um lugar de destaque, tão importante, que existe quem sofra de uma doença estranha por não ver as cores primárias (Daltonismo) …
Ora, sendo as cores um marco fundamental na nossa super socialização e para isso basta ver a quantidade de
código de cores que possuímos.
Existe no nosso pequeno país uma enorme quantidade de pessoas que das três uma, ou sofre dessa doença;
ou "faltaram a essa aula"; ou acham que são mais especiais que os outros…

Senão vejamos dois exemplos disso:

- Quando vamos no carro, o semáforo, possui 3 cores (verde, laranja e vermelho), cada uma com o seu significado. O problema começa logo no laranja… (uns pensam que é para pisar forte o acelerador, mas não é…)

- No metro existe uma enorme linha amarela no chão de todos os cais; vermelho e verde na entrada e saída do mesmo… Outro problema... (porque uns tentam entrar ou sair pelo acesso com uma cruz e a vermelho, mas também não é…);


Qual é?
Eu aposto na última...
E tu?
Uma braçada amiga

A carta que eu nunca escrevi...

É verdade!
Eu nunca escrevi uma carta ao Pai Natal...
Mas acho que ainda vou a tempo de viver este sonho, de escrever a um homem que carrega em si mesmo a maior máxima, a de que sejamos felizes, na hora de dar...


Não lhe direi, que me portei bem ou mal, porque houve momentos de ambos...
Não lhe vou pedir uma longa lista, porque algumas prendas já me foram oferecidas...


Vou-lhe pedir uma.


Apenas e só uma!
Não, não será daquelas de paz para o Mundo, de amor, etc... Porque isso é o desejo de todos os seres humanos com valores.



Mas hoje, quero-te pedir uma coisa, só uma...



Pode ser Pai Natal?

Uma braçada amiga

Desabafos #2

É estranho...
Muito estranho...
Perceber que aquilo que separa o bem e o mal; o sorriso e a lágrima; o amor e o ódio; a felicidade e a tristeza; o agir e o ficar quieto; a vida da morte.
É uma simples e frágil linha imaginária ...


Uma braçada amiga

Desabafos #1




Às vezes ouvimos dizer que o tempo possui em si o poder para curar tudo...
Que o tempo, possui em si a capacidade de nos fazer esquecer e nos fazer habituar a determinadas coisas.
Porém, cada dia que passa descubro que não consigo afastar-me dele, porque não sei suportar a sua ausência...
Que a minha vida sem ele, é vazia de sentido...
E cada momento que vivo com ele, vivo-o ao máximo, porque sei que só o voltarei a sentir “meu” passados outros 15 dias...
E a minha vida é feita deste projecto de sobreviver 15 dias…
Porque eu não consigo habituar-me à idéia...
Porque eu não tenho a capacidade de agir como se "ele não existisse"...
Ele é o meu tesouro...

"Só tens de acreditar..."

Era apenas um sonho…
Podia não ser o melhor de todos, mas era de certo o sonho mais ambicioso.
Aquele por quem tantas vezes se suspira e se espera que se concretize.
Não era um sonho fácil, mas era um sonho possível.
Não era um sonho onde qualquer pessoa serve, mas era um sonho com aquela pessoa.
Não era um sonho onde qualquer lugar basta, mas era um sonho que tinha um lugar.

Era um simples sonho, mas era o meu sonho.
Não ambicionava nada de mais.
Mas onde exigia mais que nada.
Um sonho que tinha um forma, que tinha conteúdo.
Era o meu sonho…
Uns dirão que é apenas um sonho,
Outros dirão que é possível voltar a sonha-lo.
Não sei se acredito, não sei se confio.
Apenas sei que hoje,
Não me preocupo com o que foi ou irá ser.
Com o que quero ou irei querer.
Não!
Porque já percebi que:

“O passado é história. O futuro é mistério. Mas o agora é uma dádiva, por isso, é que se chama PRESENTE!”

Uma braçada amiga

Pingo a pingo...



E é este telintar,
este som de gota após gota,
que vai marcando o passo
e o ritmo de um silêncio
que nem sempre é profundo,
de uma música que nem sempre é ordenada.
Mas que se repete,
sempre no mesmo tempo
e sempre com a mesma nota.
E neste tempo que passa,
que se perde,
que se ganha,
que se pensa e que se age.
Que o Homem vive,
e tantas sobrevive.
Num tempo que não é seu,
mas que lhe foi dado.


Uma braçada amiga

De novo...



E eis-nos de novo à porta desta “nova” época, o Advento.
Todos os anos, é-nos dada esta nova oportunidade, não a de gastar mais do que podemos; não a de se oferecer apenas mais uma prenda.
Não!
A oportunidade que falo, é a de nos maravilharmos, com a magia do Natal na sua verdadeira essência.
Pudemos olhar para o presépio e deixarmo-nos maravilhar com a sua mensagem…

Porque afinal, o Natal é:

- A grande oportunidade de aprendermos a confiar neste Deus que se faz homem;

- É perceber que não importa o que se tem ou o que se possui, porque Aquele que tudo pode, escolheu uma simples manjedoura para vir ao Mundo. Um Mundo que tinha (e ainda tem) as estalagens demasiado cheias;

- É este desafio permanente de nos desinstalarmos da segurança, do luxo, da riqueza dos nossos “palácios” e irmos ao encontro d’Aquele que nos promete a Felicidade e não a facilidade;

- Que mostra, que não importa o presente que ofereças, nenhum é melhor do que aquele que é dado com sentimento, com a verdade do teu coração, em momentos concretos da tua vida.

- Mas acima de tudo, é ter a certeza que se este encontro, for feito de verdade e de uma forma pessoal, então resta-nos a certeza que não iremos regressar ao nosso palácio pelo mesmo caminho. Porque a nossa vida jamais será a mesma depois deste encontro.


Porém, para que este Natal aconteça, é preciso ter a coragem para o assumir; é preciso ter a certeza que o queremos; é preciso ter a humildade para o aceitar. Porque, afinal este Deus que nos é apresentado, não tem ouro, não tem exercito, não. Nada disso!
É apenas e só uma simples e frágil criança…
É um filho que nos é dado…

Seremos nós capazes de continuar indiferentes a esta criança?

Uma braçada amiga

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