Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

Traços...


Pode ser para fazer
Traços finos
Ou traços largos.
Para pintar com
Uma cor
Ou Várias cores.
Para colorir com
Uma simples pinta
Ou uma enorme tela.
Pode servir
Para uma simples renovação
Ou para uma criação.

Mas é a sua simplicidade e fragilidade que tantas vezes me fascina e me inquieta.
Porque nem sempre eu sou capaz de mudar, de criar, de colorir…
Nem sempre sou capaz de confiar, na mão d'Aquele que me usa...
Uma braçada amiga

Ironias...

E é da alma que sai o grito,
Que o Mundo não ouve
E os Homens não sentem.

E é do relógio que se vai marcando um tempo,
Que o Mundo não têm
E os Homens não controlam.

É do arco-íris que brotam as cores,
Que o Mundo ignora
E que os Homens se esqueceram.

É da verticalidade que brota a personalidade
Que o Mundo não sabe
E que os Homens perderam.

É na Verdade e no Silêncio que nasce o Amor.
Que o Mundo não reconhece
E que os Homens não entendem.

Uma braçada amiga

Está tudo dito...

"Não quero alguém que morra de amor por mim...
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, abraçando-me.
Não exijo que esse alguém me ame como eu a amo, quero apenas que me ame, não me importa com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas de quem gosto, gostem de mim...
Nem que eu lhes faça a falta que elas me fazem, o importante para mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...
E que esse momento será inesquecível...
Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando no meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que lhe faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar das minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou e não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo, que abusa dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é o meu sentimento...e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre, eu mesmo.
Não quero lutar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para lhe mostrar que o amor existe...
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo hoje se eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e objectivos, talvez obtenha sucesso e serei verdadeiramente feliz.
Que eu nunca deixe a minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um NÃO que as pessoas teimam em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ela é especial e importante para mim, sem ter de me preocupar com terceiros...
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento. Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena doarmo-nos às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim...

E que valeu a pena."

Mário Quintana

Estilhaços de guerra


Existe tantas vezes uma necessidade que extravasa tudo aquilo que é humanamente compreensível.
E quando isso acontece…
É como se de um momento para o outro tudo fosse esquecido, tudo fosse insignificante.
Onde não importa o que de bom se viveu ou se partilhou; onde não importam os sorrisos e momentos de cumplicidade...
Não!
Isso não importa…
Isso não interessa…

O que importa, é que a minha verdade e a que a minha postura fique bem marcada, bem fincada…
E assim somos capazes de destruir amizades, somos capazes de magoar pessoas que nos são tão queridas e especiais…
Tudo em prol de um momento de afirmação!

E isso cria-me uma série de perguntas e de inquietações…

Porque será que existe esta necessidade?

Porque será que temos a memória tão curta nestes momentos?

Porque não permitimos que outros nos possam ajudar?

Porque achamos que estão todos contra nós?

Porque nos achamos donos e senhores de uma verdade que nasce em segundos e morre de seguida?

Porque nos tornamos tão cheios de nós mesmos?

Porquê?

Condição humana?

Perspectivas diferentes?

Mas qualquer que seja a resposta que se possa dar, nenhuma devia ser mais forte e mais importante que o sentimento de Amor / Amizade, que une ou uniu essas pessoas…

Mas infelizmente parece que é…

E depois ficam estes «estilhaços de guerra», que ficam cravados no peito onde nem sempre uma outra mão amiga é capaz de chegar para os arrancar…
No fim, fica esta dor...
Fica esta ferida por estancar...
E permitimos que o nosso amigo parta...
Sem nunca sabermos se algum dia ele irá regressar e então lhe possamos dizer "Perdoa-me!"...
E porquê???
Porque nos quisemos afirmar num momento, corremos o risco de perder um amigo para sempre...
Uma braçada amiga

"A vida não é justa..."



Sempre aprendemos que «quem vê caras não vê corações», mas pensei que entre amigos se via ambos, que um amigo não é aquele que concorda sempre contigo.
Mas que é verdadeiro, é honesto e acima de tudo é sincero e frontal contigo.
Sempre pensei que uma amizade, nem poderia (e não pode) ter como base o egoísmo ou materialismo.
Mas um dia quando nos percebemos que uma pessoa de quem gostamos de verdade, que consideramos um amigo, uma pessoa que considerávamos da nossa família. Afinal não se alegra com a nossa felicidade, que à nossa frente diz um coisa e por trás outra. Que é capaz de nos «rotular» à frente de outros…
Isso cria-nos um enorme vazio, uma desilusão desmesurada, um «Porquê» sem compreensão…
Porque para mim, um amigo é um bem precioso, com quem sou capaz de rir e chorar, de brincar e de falar sério, de ser meigo ou muito rude.
Mas se o considero um amigo, é porque o amo. E é esse sentimento que parece que nos foge debaixo dos pés e nos leva a dar um enorme tombo…
E agora…
Conseguirá a amizade suportar tamanha traição?
E o relacionamento conseguirá ser o mesmo?

Tenho dúvidas…

Uma braçada amiga

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Sigam-me

Calendário

Novembro 2008

D S T Q Q S S
1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30