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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

Quanto esperei por este momento...

Procurei-te por entre dias e por entre as horas; chamei-te por entre sorrisos e lágrimas; corri atrás de ti em dias de calor e de chuva; tentei-te encontrar por entre gente apressada e gente sem pressa nenhuma; implorei-te que viesses ter comigo nos momentos fáceis, mas principalmente nos momentos de solidão; desejei ter-te ao pé de mim, quando me faltou a força e a coragem; ansiei perder-me nas tuas horas e nos teus dias; Procurei-te entre folhas de revistas e folhetos de publicidade;
E finalmente tu vieste ter comigo...
De uma forma serena estendes-me a mão e segredas-me ao ouvido...
“Benvindo a bordo, eis as tuas férias!”





Uma braçada amiga

Porque afinal... Não existem "almoços grátis"

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Não corras para onde não queiras ir...

Não grites quando não te apetece dizer nada...
Não te prendas aquilo que nunca te segurou...
Não busques algo que não sabes se existe...
Não segures algo que nunca foi teu...
Não defendas a causa que nunca foi tua...
Não vivas a experiência que nunca passaste...
Não sintas o sentimento que não é teu...
Não argumentes sobre algo quando não tens opinião formada...
Não chores por algo que não percebes...
Não fiques quando as coisas à tua volta nada te dizem...
Não dês valor às coisas que não têm valor...
Não busques respostas quando não tens perguntas...
Não critiques quando não sabes nem podes fazer melhor...
Não olhes quando não queres ajudar...
Não faças algo quando não te apetece estender a mão...


"somos um..."

Existem dias em que sinto...

... que fomos roubados;
... que criaram um tempo curto demais para nós;
... que a saudade que temos é enorme;
... que a tristeza que nos fica na boca é amarga;
... que a distância que nos impõem é delorosa;
... que as regras que nos colocam são castrantes;
... que os dias sem ti são secantes;
... que não existe um momento que não pense em ti;
... que os nossos beijos são sinceros;
... que os nossos abraços são eternos;
... que as nossas gargalhadas são intemporais;
... que fazem de tudo para nos afastarem;
... que tentam tudo para diminuir o que sentimos;

E apenas pergunto...

Para quê?

Uma braçada amiga

Por onde começar...




Por onde começar se...
Julgo ser o que vejo, e vejo-me outro.
Julgo ser o que sinto, e sinto-me outro.
Julgo ser o que sonho, e sonho-me outro.
Julgo ser o que penso, e penso-me outro.
Há uma tristeza que me olha com outros olhos.
Há uma melancolia que me sente de outros sentidos.
Há uma distância entre a minha imagem e a minha essência.
O que sou afinal?
Que abismo é este que me divide?
Que ser é este que me chora?
Que sentimento é este que me enfraquesse?
Que vazio é este que não se preenche?
Hoje...um silêncio mudo.



Uma braçada amiga


p.s. Texto escrito pela D'Aquela

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