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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

Coisas simples...



Quando o Amor é racional,
perde o seu encanto.

Quando o Sorriso é forçado,
perde a sua essência.

Quando o Gesto é obrigação,
perde o seu sentido.

Quando o Sentimento é farsa,
perde a sua verdade.

Quando a Partilha é mentira,
perde a sua importância.

Quando a Palavra é vazia,
perde o seu poder.

Quando a Amizade é interesseira,
perde a sua beleza.

Quando a Música é repetitiva,
perde a sua mensagem.

Quando a Fé é utopia,
perde a sua força.

Quando o Tempo é banal,
perde a sua utilidade.

Quando Deus é secundário,
perde o seu esplendor.

E quando a nossa vida é apenas e só um conjunto de acções sem consequências…
Ela torna-se trivial…



Uma braçada amiga

Arca de sonhos...


Podemos fugir…
Podemos esconder-nos…
Podemos abafar essa voz…
Podemos sobrecarregar o nosso tempo…
Mas até quando?

Até quando, vamos parar e admitir que temos que fazer o filme da nossa vida?
Que temos de nos “sentar” o ver este filme sem cortes, sem intervalos, sem duplos, sem «mas» e «talvezes»?
Quando é que teremos a coragem de «baixar a guarda» e soltar o Homem que existe em nós, que carrega em si sonhos, sentimentos, medos, alegrias, dores, dúvidas, etc?
Quando é que teremos a humildade de sermos sinceros, uma vez que seja, com nós mesmos?
Quando é que teremos a dignidade de nos olharmos olhos nos olhos?
Quando?

Talvez este seja o momento…
Talvez esta seja a hora…
Ousa…

E talvez vejas que muitas coisas erradas foram feitas e ditas…
Que tiveste muitas vitórias e algumas derrotas, mas que continuaste…
Que o teu caminho nem sempre foi uma linha recta, mas que tu sempre o percorreste…
Que nem sempre foste feliz, mas que fizeste tudo para o ser…
E chegarás à conclusão que hoje és muito mais valioso do que pensavas ser.
Apenas porque ousaste abrir a “arca” da tua vida e ouvir a voz mais genuína que possuímos… O nosso coração.

Uma braçada amiga

"vai onde te leva o coração..."


Na verdade devíamos tentar fazer as coisas, não para alcançar louvores ou atingir a glória ou apenas porque é politicamente correcto faze-lo. Não, acho que este é o maior erro da humanidade, estar demasiadamente presa a preconceitos e a juízos de valor.
E não perceber que é dentro de nós que tudo nasce...
É dentro de nós, que está o nosso maior crítico e o nosso maior fã...
É cá dentro que reside o bem e o mal...
É dentro de nós que nasce a possibilidade de melhorar ou de piorar o Mundo que nos rodeia...
É dentro de cada um de nós, que está a verdade das nossas acções, a sinceridade dos nossos valores, a fidelidade à pessoa que somos...
Não está nas palmas do Mundo, não estão nos diplomas das faculdades, não estão nas palavras que escutamos. Não!
É dentro de nós que tudo deve fazer sentido, mesmo que o Mundo não entenda. Mesmo quando o Mundo nos “escarre” no rosto, mesmo assim... vale apena continuar, vale apena confiar, vale imensamente mais.
Porque o Mundo é para aquele que nasce para conquistar o que sonha... e o sonho começa onde nos leva o coração.

Uma braçada amiga

"Apenas o melhor me satisfaz..."


Gosto...
De olhares profundos;
De beijos arrebatadores;
De sorrisos espontâneos;
De toques provocadores;
De danças sensuais;
De encontros casuais;
De doces tradicionais;
De desafios estimulantes;
De momentos marcantes;
De noites de lua cheia;
e de pores-do-sol mágicos;
De atitudes sinceras;
De amizades fieis;
De gestos convincentes;
De locais mágicos;
De livros viciantes;
De sentimentos verdadeiros;
De músicas flutuantes;
De liberdade sentida;
De abraços honestos;
De dias de praia;
e de dias chuva no sofá;
De estar rodeados de amigos;
e de ter momentos sós.

Uma braçada amiga

São marcas...

Existem marcas que são eternas e marcas que são breves;
marcas intensas e marcas profundas;
marcas que registamos na memória e outras que gravamos no coração;
marcas que nos alegram e marcas que nos fazem doer;
marcas de dádivas e marcas de ingratidão;
marcas de palavras e marcas de atitudes;
marcas de amor e marcas de dor;
marcas de momentos inesqueciveis e marcas de momentos que não queriamos ter vivido;
E hoje, eu sou a soma de todas essas marcas...

Uma braçada amiga

Sabor do nada...


Existem em nós esta sede inexplicável, de quer o impossível e não nos bastar o possível. É como se toda a nossa vida não fosse suficientemente preenchida por este aceitável e de um momento para o outro ambicionamos mais, de uma forma desmedida, diria mesmo descontrolada...
E então tudo ao nosso redor deixa de ter importância para nós...
Se temos alguém que nos ame...
Esse amor não é suficiente para nós... Porque nós queremos mais, muito mais... E nesse momento, todas as juras, todos os sonhos, todas as alegrias, todas as conquistas, todas as partilhas, são insuficiente para nós. Inclusive a pessoa que viveu todos esses momentos connosco... Passou a ser descartável.
Se temos uma casa...
Ela deixou de ser suficientemente grande e espectacular para nós... Queremos uma com áreas maiores, com cozinhas equipadas, com vista para o mar, com piscina... E então cresce em nós este desejo de mudar... E não olhamos a meios para atingir o fim pretendido.
Se temos carros...
Se temos telemóveis...
Etc.
E a nossa vida passou a ser esta constante sobrevivência em busca dos bens materiais e dos impossíveis...
E não nos apercebemos que deixamos de viver para passarmos a sobreviver.
Foi como se tivéssemos uma mão cheia de areia e de repente começamos apertar para os possuir todos e eles começam a fugirmos por entre os dedos...
E no final de tudo, apenas uma pergunta...

Para quê?

Se aquilo que nos faz verdadeiramente feliz, não está no que possuimos...

Para quê?

Se ficámos com este gostinho na boca... a nada!

Uma braçada amiga

Importantes ou não…

Pouco importa a quem parte,
quem fica.
Pouco importa a quem dá,
o valor da oferta.
Pouco importa a quem ama,
o que tem de mudar.
Pouco importa a quem sonha,
a dureza da realidade.
Pouco importa a quem sorri,
a tristeza do outro.
Pouco importa a quem caminha,
quem fica parado.
Pouco importa a um filho,
o sacrifício dos seus pais.
Pouco importa…

Porque esta é história de todos nós…
Dos que sonham;
e dos que sorriem;
dos que abdicam;
e dos que partem…

E na história da nossa vida,
só importa se no final de tudo formos FELIZES com as opções feitas!

Uma braçada amiga

Só para ti...


São os teus abraços que me seguram.
É o teu beijo que me aquece.
São os teus sorrisos que me ilumunam.
É o som da tua voz que não se esquece.

É a tua respiração que faz vibrar.
São os teus gestos que me marcam.
É a tua alegria que me faz acreditar.
São momentos que não se explicam.

Tu és a minha vida.
O meu maior tesouro.
És o meu piratinha!
O meu maior AMOR.

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