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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

Férias!

Finalmente!
Chegou a hora de voltar a "embarcar" nesta aventura.
De voltar a sentir-me útil, no serviço, na entrega, na disponibilidade aos outros.
Chegou a hora de voltar a rasgar horizontes; de ver o brilho nos olhos daqueles jovens; de ver risos estampados nos rostos; de ver vidas partilhadas em prol de um Ideal... O Escutismo!

Por isso meus amigos, durante uma semana irei estar fora, irei até Kandersteg.

Até ao meu regresso!

Uma braçada amiga

Para ti...



O tempo passa, as horas sucedem-se,
os minutos consomem-se, os segundos gastam-se,
e dentro do teu peito continua bem vivo
e presente este sentimento que te faz querer tocar no céu e caminhar nas nuvens...


Observo-te e penso de que forma te posso resgatar dessa frustação que se abate no teu peito.

Mas rapidamente percebo que não sentes frustação nenhuma, mas sim uma vontade enorme de voltares a conquistar "aquela" que é rainha e senhora do teu coração...

Admiro-te pela coragem,
pela tua força de vontade de querer amar,
mesmo que esse caminho possa ser demasiado deloroso e possa ser um beco sem saida.

Mas tu acreditas na verdade, na pureza, na simplicidade do teu sentimento para derrubar barreiras, para abrir caminhos, para "partir" os corações de pedra...

Tu acreditas e confias que de verdade "O amor tudo pode, tudo suporta..."

Acredito na verdade do sentimento que pulsa nesse coração;

Confio na força do Amor que transportas no teu peito;

Espero por ti... para rir ou para chorar contigo, porque haverá sempre um lugar especial para ti, meu irmão!

Uma braçada amiga

Troca de significados...

É certo que vivemos num tempo em que o mais importante é ser diferente, quer seja na forma como te vestes, na forma como andas, na forma como te relacionas com os outros e até na forma como se fala...

É verdade que a originalidade é de facto importante. Mas nada de abusos!

Mas de tanta originalidade a forma como se fala é aquela que me provoca um profundo ataque de nervos, por ver a facilidade com que nós alteramos o significado das palavras e em especial das palavras "AMAR" e "ADORAR".

Sim, porque hoje em dia temos uma facilidade estúpida de trocar os significados destas palavras.

Senão vejamos:

- Quando namoramos somos capazes de dizer mais depressa "Adoro-te" do que "Amo-te"... Quando na verdade apenas queremos dizer que "gosto muito de ti!" ou que "és especial para mim!"

- Até para a comida... "adoro bolo de chocolate!", quando na verdade não passa de um "aprecio muitoooooo de bolo de chocolate!"

- Etc.

Agora, vou explicar o porquê deste meu ataque de nervos:

(Dicionário Porto Editora)

Adorar - prestar culto à divindade; venerar; amar em extremo.

Amar - ter amor a;gostar muito de; desejar; escolher; apreciar; preferir; estar apaixonado.
É por isto!

Porque por muito que se ame alguém ou algo, nós nunca o(a) iremos venerar...

Uma braçada amiga

Os vários prémios deste blogue...


Este prémio, foi-me atribuido pela Sandra.

Aqui fica a explicação sobre o que significa este prémio:

Este prémio foi criado pelo MIKE e bisa o seguinte:


"Este prémio é uma tentativa de reunir os blogues que são adeptos aos relacionamentos "inter-blogues" fazendo um esforço para ser parte de uma conversação e não apenas de um monólogo".

Schmooze: (Verbo) fofocar, jogar conversa fora, trocar idéias. (Substantivo) conversa, bate-papo.

Regras:

1. Se, e somente SE, você receber o "Thinking Blogger Award" ou "The Power of Schmooze Award", escreva um post indicando 5 (cinco) blogs que tem esse perfil "schmoozed" ou que tenha te "acolhido" nesta filosofia. (se não entendeu, leia a explicação no parágrafo anterior de novo).

2. Acrescente um link para o post que te indicou e um para o post do Mike, para que as pessoas possam identificar a origem deste meme.

3. Opcional: Exiba orgulhosamente o "Thinking Blogger Award" ou o "The Power of Schmooze Award" com um link para este post que você escreveu."

Agora vou escolher 5 blog's:

- Partilhas em Fá Menor;

- Loira distraida;

- Aragana;

- Mulher do torero;

- Conversa de loira ;

Aqui estão as minhas escolhas!


Porque hoje estou numa de publicar os prémios...




Aqui vai outro prémio, também foi atribuido pela Sandra (eu acho que ela é a minha maior fã... Acho... lolada.)


Segundo se pode ler no blogue dela, este prémio distina-se aos blog's que falam de amor nas suas mais váriadas formas, de amizade, etc.



A minha escolha vai para :

- Ess'agora ;

- Farrapos de nuvens ;

- Gente Comum ;

- Palavras leva-as o vento... ;

- Rapaz sem nome ;

Aqui ficam os dois prémios atribuidos pela minha maior fã. Lolada!

Um beijo muito grande para ela!

;)

Uma braçada amiga

Um "pequena" partilha...

" (...) Percebi que o coração era o centro de tudo. E que o meu coração - tal como o coração de todos os homens - durante demasiado tempo esteve carregado de pesos inúteis: o peso da ignorância, da confusão e do afastamento.
A verdade manisfestou-se então em absoluta plenitude. E tornou, com a sua luz, tudo claro.

O que tem tudo isto a ver com o perdão? Comecei pelo mal, pelo ódio, para chegar à mais plena manifestação da Graça.

Mas o perdão?

Muitas vezes pensa-se no perdão como algo que se pode conceder a quem nos feriu de forma grave - e esta é seguramente uma das suas formas mais altas.
Ou então considera-se o perdão como uma obrigação de indulgência para com a maldade, uma espécie de tirania melosa imposta àqueles que se declaram cristãos em virtude do «ofercere a outra face».

Mas a isto, mais do que perdão eu chamaria «perdonismo», ou seja, a paródia deteriorada de um sentimento mais rico e mais complexo.
Raramente pensamos no perdão como um sentimento virado para nós mesmos.

« Reconciliem-se com vós próprios, reconciliem-se com a vossa infência. Sem reconciliação não pode haver nem liberdade nem amor», disse frère Roger no encontro de Taizé, no passado Dezembro em Milão.
Pois creio que a reconciliação é a palavra-chave que temos de compreender.

O que é a reconciliação?

A reconciliação é o percurso do reconhecimento da nossa fragilidade e a aceitação do nosso passado, seja ele qual for.
É este o percurso que torna o homem realmente livre e realmente capaz de amar.
O homem que perdoa, o homem reconciliado, é, antes de mais, o homem que não tem defesas, que não tem barreiras, que não está num ponto em que a verdade tem só uma cor.
O homem reconciliado consigo mesmo - e logo com o seu projecto - sabe que a verdade não é uma cor, mas sim uma luz. Uma luz que pousa em todos os lugares, iluminando, dando a cada coisa uma respiração mais ampla. Por isso acho que o perdão não é uma demonstração de bons sentimentos, mas um percurso longo e dfícil de despojamento progressivo que leva o ser humano a viver plenamente a sua condição de filho.

(...)

Mas para nos perdoarmos é preciso conhecermo-nos, reconhecermo a pobreza dos nossos sentimentos e o medo da nossa liberdade. Só assim, a partir da consciência dos nossos limites e da nossa fragilidade, pode começar o processo de reconciliação. Connosco e, logo, com os outros.
Só a partir daqui pode começar a construção de uma verdadeira justiça.

O homem reconciliado é o homem que cumpriu até ao fim o seu caminho de realização espiritual. (...)
É o homem que já não conhece o orgulho nem a presunção. Está então totalmente disponível para o amor.

«A lógica do amor é uma espécie de não lógica», explica a Irmã Irene a Andrea, em A Alma do Mundo «Muitas vezes entra por caminhos incompreensíveis à nossa inteligência.»
Há no amor gratuidade, é isto que não conseguimos aceitar. Segundo a lógica normal, tudo tem um peso e um contrapeso. Há uma acção e uma relação. Entre uma e outra há sempre uma relação conhecida.

« O amor de Deus é diferente, é um amor por excesso. A maior parte das vezes, em vez de concertar, subverte os planos. É isto que surpreende, que assusta. Mas é também isto que permite que o filho perdido volte para casa, acolhido não pela raiva mas pela alegria.»
Errou, foi confuso, talvez tenha feito mal, mas depois terminou por regressar. Não regressar por acaso, mas escolhe.

«Escolhe voltar para a morada do pai.»"

Susanna Tamaro

Hoje apenas quero partilhar contigo este "pequeno" excerto deste livro.

Uma braçada amiga

O Amor...


Na nossa vida existem sempre momentos em que tudo é colocado em questão...
Aquilo que sentimos...
Aquilo que pensamos...
Aquilo que são os nossos sonhos...
Aqueles que são os nossos ideais...
As nossas crenças...

Tudo é colocado em causa, e no nosso coração passa a existir um enorme "PORQUÊ?".

É como se de um momento para o outro, tudo à nossa volta deixasse de fazer sentido; todos os nossos sonhos fossem por água abaixo; E começam a brotar do nosso coração palavras e sentimentos que em nenhum instante nos ajudam a superar este momento...

Mas, não será este o momento em que somos chamados a parar e a voltar a definir o nosso caminho?

Em que o Mundo nos pergunta "Para onde vais? Como vais? Com quem vais?"Ou será que ela apenas nos pergunta o que "levas tu?"

Não será nesse momento que ao sermos confrontados com todos estes porquês, deveriamos pensar:

Que apesar de todo este sofrimento, existiram periodos em que fomos muito mais felizes do que infelizes; que sorrimos muito mais do que choramos; que corremos muito mais do que ficamos sentados; que amamos muito mais do que fizemos sofrer; que fomos muito mais sinceros do que mentirosos...

Em suma, mesmo que possamos ter todos os motivos e mais alguns, nenhum deles é mais forte do que AMOR com que vivemos todos os outros dias, NENHUM!

Porque só o Amor, é capaz de nos fazer perceber que as dúvidas são pequenos degraus que devemos subir para nos tornarmos melhores. Por isso, o que importa é Amar, mas Amar de verdade e com verdade, só assim seremos verdadeiramente Felizes!
Pois "O AMOR TUDO PODE!"
Uma braçada amiga

Hoje escrevo para ti...

Hoje és tu a razão do meu texto..
Tu, que eu não conheço, mas que o meu contador assinala a tua presença, neste espaço...
Tu, que por algum motivo ou acaso vieste aqui parar...
Tu, que lês aquilo que escrevo, mas que não conheço...
Tu, que comentas os meus textos e que me revelas um pouco da tua personalidade, da tua forma de pensar, de estar, de sentir...

TU!

Sim, é para ti que hoje escrevo...

Tu, que ousaste regressar depois de um primeiro contacto...

Tu, que no teu silencio concordas ou discordas com aquilo que escrevo...
Tu, que me fazes pensar no que "levas" quando sais deste blog...
Tu, que tens ajudado este espaço a crescer e espero que não seja só em número mas também em qualidade...

E por isso, hoje decidi escrever-te este post...
Porque a tua presença silenciosa deixa-me inquieto, preocupado e apreensivo... Afinal porque tu representas um bom desafio para mim.
Porque se aqui vens é porque procuras ou te identificas com algo, que inicialmente era só meu e que com a tua presença passou a ser nosso...
Porque me "obrigas" a dar o meu melhor em cada texto que partilho.
Por tudo isso e muito mais... O meu obrigado!

Uma braçada amiga

Um raio de luz...

Sempre me considerei uma pessoa com muita sorte... Não, não falo de sorte ao jogo. Falo daquela sorte de ter sempre ao meu lado pessoas que gostavam de mim, sem ser necessário usar uma máscara de alguém que eu não era.

Ao longo da minha vida fui encontrando pessoas, com quem fui partilhando a minha vida e com o passar do tempo, tornamo-nos cúmplices. E dessa cumplicidade brotou um sentimento que não exige nada; um sentimento que aceita tudo; um sentimento que o tempo não apaga; um sentimento que a distância não destrói...

Foi nos momentos em que estive pior, que eles me mostraram que na minha vida, eles não só meus amigos, são também raios de luz que iluminam o meu caminho quando tudo à minha volta se torna escuro e sombrio. E que não importa o tamanho do meu sofrimento, eles estão ali para me ajudar a carregar esse fardo.

Quando me lembro de cada um deles, percebo o quão rico sou, por ter na minha vida estes amigos.

Uma braçada amiga

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