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Ainda não acabei

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

"Quem lamenta as suas perdas, olha para os seus próprios pés. E quem olha para os seus pés, acha que o mundo é do tamanho dos seus passos." August Cury

... O CAPITÃO DA MINHA VIDA!

Há momentos,

em que a nossa vida parece ser 

um amontoar de tantas coisas

e nenhuma delas foi aquilo que idealizamos.

 

Há dias em que parece 

que viver é não sentir

é não ter paixão

onde não importa experienciar 

e onde não nos preocupa a aceitação.

 

Horas 

onde tudo gira ao contrário

onde temos que ir mas não queremos

onde temos de falar e só queremos estar calados.

 

Mas a vida não tem de ser sempre em prol dos outros.

Ter as cores com que eles pintam a sua vida.

NÃO!

 

A nossa vida é movida pelas nossas decisões.

Só nós sabemos onde queremos chegar.

Só nós sabemos as provações que passamos para lá chegar.

Cada lágrima, 

cada frustação,

cada grito mudo,

cada murro no estomago.

 

Foi em nós que aconteceu e não neles!

 

Por isso, que se lixem eles!

 

EU SOU...

Sabias?

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Há lugares.
Que nos pertencem.
Que sempre serão nossos.
Onde aprendemos a amar.
Onde esperar é felicidade.
Onde sentir é normal.
Lugares.
Que escolhemos.
Que nos escolhem.
Que nos transportam para lá da física.
Que nos absorvem.
Somos parte dele.
E deles não podemos fugir.
Há lugares.
Onde tudo faz mais sentido.
Onde só estar, é fundamental.
Onde regressar faz sentido.
Onde a paz, se pode observar.
Onde a nossa fragilidade, se pode revelar.
Há lugares.
Que são mágicos.
Que são intemporais.
Que se movem.
Que te segredam ao coração.
 
E o meu lugar, é contigo!

É só...

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É só mais um dia.
Onde o desânimo.
Se torna presente.
Onde a obrigação.
Nos impele.
Frágil liberdade.
Aquela que temos.
Doce silêncio.
Este que me ofereces.
Sinto em mim.
Um turbilhão de coisas.
Penso em mim.
Numa infinidade de momentos.
E nenhum deles se torna, realidade.
Bastava fugir.
Dos outros e de mim.
Inventar algo.
E ainda assim, voltaria aqui.

Peça solta

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A verdade que nos interessa.
 
Não somos a opinião do outro.
E nunca seremos a imagem que têm de nós.
 
Não somos a vontade do outro.
E nunca seremos a solução para todos os seus problemas.
 
Não somos capazes de acreditar em tudo o que nos oferecem.
E nunca iremos aceitar que na vida não existem escolhas.
 
Não somos apenas o resultado das coisas más que vivemos.
E nunca seremos, só o resultado dos livros e das viagens que fizemos. 
 
Não há nenhuma razão para nos encontrarmos.
E no entanto, há tantas razões para nunca nos perdermos.
 
Mas hoje,
hoje é só esta a história que nos importa.
Cada um de nós é uma peça deste gigante puzzle que é a vida. 
E onde nem sempre todos se encaixam.

É só uma...

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Há dias... 
Mais suportáveis.
E outros que nos inquietam.
Onde a mente não sossega.
Fazendo o coração palpitar rápido.
E corremos sem parar. 
Neste voar sem sair. 
Neste sentir sem verbalizar. 
Nesta dor só nossa. 
Nesta solidão que nos assombra. 
São passos. 
Mas que não passam. 
 
Há dias...
Que nos fazem perceber. 
Sentir. 
Duvidar. 
Não são divinos. 
São "coisas" humanas. 
Que nos centram. 
Que nos amarram. 
Ao que fomos. 
E deixamos voar. 
 
Há dias... 
Que o mar é finito. 
E as estrelas não brilham 
Que desejamos um pedaço de céu. 
Que nos mentalizamos.
Que está tudo bem. 
Mas não está!
E esta verdade, é brutal!

Pergunto.

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A que cheira a tua pele?
Que segurança traz o teu abraço?
Que paz é essa que existe no teu olhar?
Que simplicidade é essa que ofereces no sorriso?
Que determinação é essa que colocas nos teus primeiros passos?

E porquê eu?

Que sortudo sou eu, por te poder ver crescer.
E te ter na minha vida!

Traços de alguém.

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Os dias sucedem-se.
As horas voam.
Os minutos perdem-se.
As cores destoam.
 
O que trocamos.
Não te traz na ausência.
E o quanto nos damos.
Muda a nossa aparência.
 
As saudades são momentos.
Que duram sempre mais.
As presenças são segundos.
Que não chegam jamais.
 
O sorriso que esboças.
Esconde sempre coisa alguma.
Que eu tento descobrir.
Sem obter coisa nenhuma.
 
E é neste sentimento.
Que me insistes em prender.
Sem que saibas que nele.
Eu nunca me vou perder.
 
E por isto, não me tentes.
Nunca compreender.
Porque o que vês, eu não sou.
O que sou tu não vais ver.

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